A natureza não para de nos surpreender com novos
mistérios. Um casal fez recentemente uma descoberta estranha, para não
dizer assustadora, durante uma viagem de domingo até ao deserto do
Arizona. Num buraco na areia estavam milhares de esferas transparentes
gelatinosas de cor roxa, mais parecidas com ovas.
Gerardine Vargas, que descobriu esse achado, recorda-o da seguinda forma:
“Era um dia perfeitamente normal. Eu e o meu marido tencionávamos tirar
umas fotografias do local quando descobrimos umas estranhas bolinhas
roxas que brilhavam no meio da areia. Foi o seu brilho que atraiu a
nossa atenção. Elas eram tantas… Talvez vários milhares, se não fossem
mais. Nunca tínhamos visto nada assim.”
Do que se tratava e, sobretudo, como foram aí parar num local desabitado
continua a ser um mistério. O casal Vargas ficou tão intrigado com o
que viu que contactou com os repórteres do canal de televisão local TV
KGUN-9, esperando que estes os ajudassem a perceber o que seria
realmente esse achado. Gerardine Vargas conta perplexa:
“Quando a equipe de filmagens chegou connosco ao local, as estranhas
esferas ainda estavam lá. Elas se pareciam com ovas grandes, brilhavam e
refletiam o sol. Seriam ovos de extraterrestres? No final, acabámos por
não perceber o que era aquilo. Ficámos com mais perguntas que
respostas. Mas estou convencida que era algo de origem extraterrestre.”
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A Voz da Rússia consultou peritos em busca de uma explicação. A bióloga
Svetlana Kasatkina tem a certeza que essa substância não é de origem
alienígena:
“Se trata, sem dúvida, de alguma mutação. Possivelmente, estaremos
perante alguma espécie nova de fungos gelatinosos. De qualquer forma, é
difícil tirar alguma conclusão sem fazer algumas análises especiais. Eu,
no lugar dos meus colegas norte-americanos, interessar-me-ia bastante
por essa descoberta.”
Como conclusão, por enquanto é difícil definir exatamente o que terá
sido descoberto no Arizona. Se o “achado do Arizona” teve origem
extraterrestre, ou se ele é realmente uma estranha mutação natural,
serão as posteriores investigações a determinar. Até lá, muitos
habitantes da Terra irão continuar a ter esperança que o nosso planeta
tenha uns vizinhos ainda desconhecidos.
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