quarta-feira, 27 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
A história secreta da renúncia de Bento XVI
Mais do que querelas teológicas, são o dinheiro e as contas sujas do Banco do Vaticano os elementos que parecem compor a trama da inédita renúncia do Papa. Um ninho de corvos pedófilos, articuladores de complots reaccionários e ladrões sedentos de poder, imunes e capazes de tudo para defender sua facção. A hierarquia católica deixou uma imagem terrível de seu processo de decomposição moral. O artigo é de Eduardo Febbro, directo de Paris.
Paris - Os especialistas em assuntos do Vaticano afirmam que o Papa Bento XVI decidiu renunciar em Março passado, depois de regressar da sua viagem ao México e a Cuba. Naquele momento, o papa, que encarna o que o director da École Pratique des Hautes Études de Paris (Sorbonne), Philippe Portier, chama “uma continuidade pesada” de seu predecessor, João Paulo II, descobriu numa informação elaborada por um grupo de cardeais os abismos nada espirituais nos quais a igreja havia caído: corrupção, finanças obscuras, guerras fratricidas pelo poder, roubo massivo de documentos secretos, luta entre facções e lavagem de dinheiro. O Vaticano era um ninho de hienas enlouquecidas, um pugilato sem limites nem moral alguma onde a cúria faminta de poder fomentava delações, traições, artimanhas e operações de inteligência para manter suas prerrogativas e privilégios a frente das instituições religiosas.
Muito longe do céu e muito perto dos pecados terrestres, sob o mandato de Bento XVI o Vaticano foi um dos Estados mais obscuros do planeta. Joseph Ratzinger teve o mérito de expor o imenso buraco negro dos padres pedófilos, mas não o de modernizar a igreja ou as práticas vaticanas. Bento XVI foi, como assinala Philippe Portier, um continuador da obra de João Paulo II: “desde 1981 seguiu o reino de seu predecessor acompanhando vários textos importantes que redigiu: a condenação das teologias da libertação dos anos 1984-1986; o Evangelium vitae de 1995 a propósito da doutrina da igreja sobre os temas da vida; o Splendor veritas, um texto fundamental redigido a quatro mãos com Wojtyla”. Esses dois textos citados pelo especialista francês são um compêndio prático da visão reaccionária da igreja sobre as questões políticas, sociais e científicas do mundo moderno.
O Monsenhor Georg Gänsweins, fiel secretário pessoal do papa desde 2003, tem na sua página web um lema muito paradoxal: junto ao escudo de um dragão que simboliza a lealdade o lema diz “dar testemunho da verdade”. Mas a verdade, no Vaticano, não é uma moeda corrente. Depois do escândalo provocado pelo descobrimento da correspondência secreta do Papa e das obscuras finanças do Vaticano, a cúria romana agiu como faria qualquer Estado. Buscou mudar a sua imagem com métodos modernos. Para isso contratou o jornalista americano Greg Burke, membro da Opus Dei e ex-integrante da agência Reuters, da revista Time e da cadeia Fox. Burke tinha por missão melhorar a deteriorada imagem da igreja. “A minha ideia é trazer luz”, disse Burke ao assumir o posto. Muito tarde. Não há nada de claro na cúpula da igreja católica.
A divulgação dos documentos secretos do Vaticano orquestrada pelo mordomo do Papa, Paolo Gabriele, e muitas outras mãos invisíveis, foi uma operação sabiamente montada cujos detalhes seguem sendo misteriosos: operação contra o poderoso secretário de Estado, Tarcísio Bertone, conspiração para empurrar Bento XVI à renúncia e colocar no seu lugar um italiano na tentativa de travar a luta interna em curso e a avalanche de segredos, os vatileaks fizeram afundar a tarefa de limpeza confiada a Greg Burke. Um inferno de paredes pintadas com anjos não é fácil de redesenhar.
Bento XVI acabou enrolado pelas contradições que ele mesmo suscitou. Estas são tais que, uma vez tornada pública a sua renúncia, os tradicionalistas da Fraternidade de São Pio X, fundada pelo Monsenhor Lefebvre, saudaram a figura do Papa. Não é para menos: uma das primeiras missões que Ratzinger empreendeu consistiu em suprimir as sanções canónicas adoptadas contra os partidários fascistóides e ultra-reacionários do Mosenhor Levebvre e, por conseguinte, legitimar no seio da igreja essa corrente retrógada que, de Pinochet a Videla, apoiou quase todas as ditaduras de ultra-direita do mundo.
Bento XVI não foi o Sumo Pontífice da luz que os seus retratistas se empenham em pintar, mas sim o contrário. Philippe Portier assinala a respeito que o Papa “se deixou engolir pela opacidade que se instalou sob seu reinado”. E a primeira delas não é doutrinária, mas sim financeira. O Vaticano é um tenebroso gestor de dinheiro e muitas das querelas que surgiram no último ano têm a ver com as finanças, as contas maquilhadas e o dinheiro dissimulado. Esta é a herança financeira deixada por João Paulo II, que, para muitos especialistas, explica a crise actual.
Em Setembro de 2009, Ratzinger nomeou o banqueiro Ettore Gotti Tedeschi para o posto de presidente do Instituto para as Obras de Religião (IOR), o banco do Vaticano. Próximo à Opus Deis, representante do Banco Santander na Itália desde 1992, Gotti Tedeschi participou da preparação da encíclica social e económica Caritas in veritate, publicada pelo papa Bento XVI em Julho passado. A encíclica exige mais justiça social e propõe regras mais transparentes para o sistema financeiro mundial. Tedeschi teve como objectivo ordenar as turvas águas das finanças do Vaticano. As contas da Santa Sé são um labirinto de corrupção e lavagem de dinheiro cujas origens mais conhecidas remontam ao final dos anos 80, quando a justiça italiana emitiu uma ordem de prisão contra o arcebispo norte-americano Paul Marcinkus, o chamado “banqueiro de Deus”, presidente do IOR e máximo responsável pelos investimentos do Vaticano na época.
João Paulo II usou o argumento da soberania territorial do Vaticano para evitar a prisão e salvá-lo da cadeia. Não é de se estranhar, pois devia muito a ele. Nos anos 70, Marcinkus havia passado dinheiro “não contabilizado” do IOR para as contas do sindicato polaco Solidariedade, algo que Karol Wojtyla não esqueceu jamais. Marcinkus terminou os seus dias jogando golfe em Phoenix, no meio dum gigantesco buraco negro de perdas e investimentos mafiosos, além de vários cadáveres. No dia 18 de Junho de 1982 apareceu um cadáver enforcado na ponte de Blackfriars, em Londres. O corpo era de Roberto Calvi, presidente do Banco Ambrosiano. O seu aparente suicídio expôs uma imensa trama de corrupção que incluía, além do Banco Ambrosiano, a loja maçónica Propaganda 2 (mais conhecida como P-2), dirigida por Licio Gelli e o próprio IOR de Marcinkus.
Ettore Gotti Tedeschi recebeu uma missão quase impossível e só permaneceu três anos a frente do IOR. Ele foi demitido de forma fulminante em 2012 por supostas “irregularidades” na sua gestão. Tedeschi saiu do banco poucas horas depois da detenção do mordomo do Papa, justamente no momento em que o Vaticano estava sendo investigado por suposta violação das normas contra a lavagem de dinheiro. Na verdade, a expulsão de Tedeschi constitui outro episódio da guerra entre facções no Vaticano. Quando assumiu o seu posto, Tedeschi começou a elaborar uma informação secreto onde registou o que foi descobrindo: contas secretas onde se escondia dinheiro sujo de “políticos, intermediários, construtores e altos funcionários do Estado”. Até Matteo Messina Dernaro, o novo chefe da Cosa Nostra, tinha o seu dinheiro depositado no IOR por meio de laranjas.
Aí começou o infortúnio de Tedeschi. Quem conhece bem o Vaticano diz que o banqueiro amigo do Papa foi vítima de um complot armado por conselheiros do Banco com o respaldo do secretário de Estado, Monsenhor Bertone, um inimigo pessoal de Tedeschi e responsável pela comissão de cardeais que fiscaliza o funcionamento do banco. A sua destituição veio acompanhada pela difusão de um “documento” que o vinculava ao vazamento de documentos roubados do Papa.
Mais do que querelas teológicas, são o dinheiro e as contas sujas do Banco do Vaticano os elementos que parecem compor a trama da inédita renúncia do Papa. Um ninho de corvos pedófilos, articuladores de complots reaccionários e ladrões sedentos de poder, imunes e capazes de tudo para defender a sua facção. A hierarquia católica deixou uma imagem terrível de seu processo de decomposição moral. Nada muito diferente do mundo no qual vivemos: corrupção, capitalismo suicida, protecção de privilegiados, circuitos de poder que se autoalimentam, o Vaticano não é mais do que um reflexo pontual e decadente da própria decadência do sistema.
Tradução de Katarina Peixoto
Os ovos encontrados no deserto do Arizona serão extraterrestres?
A natureza não para de nos surpreender com novos mistérios. Um casal fez recentemente uma descoberta estranha, para não dizer assustadora, durante uma viagem de domingo até ao deserto do Arizona. Num buraco na areia estavam milhares de esferas transparentes gelatinosas de cor roxa, mais parecidas com ovas.
Gerardine Vargas, que descobriu esse achado, recorda-o da seguinda forma:
“Era um dia perfeitamente normal. Eu e o meu marido tencionávamos tirar umas fotografias do local quando descobrimos umas estranhas bolinhas roxas que brilhavam no meio da areia. Foi o seu brilho que atraiu a nossa atenção. Elas eram tantas… Talvez vários milhares, se não fossem mais. Nunca tínhamos visto nada assim.”
Do que se tratava e, sobretudo, como foram aí parar num local desabitado continua a ser um mistério. O casal Vargas ficou tão intrigado com o que viu que contactou com os repórteres do canal de televisão local TV KGUN-9, esperando que estes os ajudassem a perceber o que seria realmente esse achado. Gerardine Vargas conta perplexa:
“Quando a equipe de filmagens chegou connosco ao local, as estranhas esferas ainda estavam lá. Elas se pareciam com ovas grandes, brilhavam e refletiam o sol. Seriam ovos de extraterrestres? No final, acabámos por não perceber o que era aquilo. Ficámos com mais perguntas que respostas. Mas estou convencida que era algo de origem extraterrestre.”
YouTube Video A Voz da Rússia consultou peritos em busca de uma explicação. A bióloga Svetlana Kasatkina tem a certeza que essa substância não é de origem alienígena:
“Se trata, sem dúvida, de alguma mutação. Possivelmente, estaremos perante alguma espécie nova de fungos gelatinosos. De qualquer forma, é difícil tirar alguma conclusão sem fazer algumas análises especiais. Eu, no lugar dos meus colegas norte-americanos, interessar-me-ia bastante por essa descoberta.”
Como conclusão, por enquanto é difícil definir exatamente o que terá sido descoberto no Arizona. Se o “achado do Arizona” teve origem extraterrestre, ou se ele é realmente uma estranha mutação natural, serão as posteriores investigações a determinar. Até lá, muitos habitantes da Terra irão continuar a ter esperança que o nosso planeta tenha uns vizinhos ainda desconhecidos.
22 lugares incríveis que é difícil de acreditar que são reais
Nosso mundo é tão
cheio de maravilhas que novos e surpreendentes lugares são descobertos a
cada dia, seja por fotógrafos profissionais ou amadores. Diferentes
localizações geográficas, condições climáticas e até mesmo estações
oferecem a mais ampla variedade de belezas naturais: lagos cor de rosa,
campos de lavanda ou tulipas deslumbrantes, cânions e montanhas de tirar
o fôlego, e outros lugares que mal podemos acreditar que realmente
existem. Confira:
Tunnel of Love, Ucrânia

O “Túnel do Amor” fica em Kevlan,
na Ucrânia. Lá, um trecho desativado de uma linha de trem se
transformou em um túnel cercado pela vegetação e embalado em clima
poético. O lugarzinho mágico, de uma comunidade onde vivem oito mil
pessoas, é considerado um dos mais românticos do mundo, com apenas 3
quilômetros de extensão.
Campos de tulipa, Holanda

O bolbo
dessa flor já vagueou na Pérsia, na China e na Turquia, até que um
cientista holandês o levou para o pequeno país europeu, onde a tulipa
logo apreciou o clima e o solo, e se tornou um símbolo nacional.
Encontrada por toda a Holanda, sete milhões de tulipas florescem anualmente em Keukenhof,
o maior parque floral do mundo, bem como nos campos de tulipas de
Bollenstreek, que atraem centenas de milhares de amantes da flor.
Salar de Uyuni: um dos maiores espelhos do mundo, Bolívia

O Salar de Uyuni é
a maior planície salgada do mundo, localizada no sudoeste da Bolívia,
no altiplano andino, a 3.650 metros de altitude. Estima-se que o Salar
de Uyuni contenha 10 bilhões de toneladas de sal, das quais menos de
25.000 são extraídas anualmente. Além da extração de sal, o Salar também
é um importante destino turístico.
Parque de Flores Hitachi Seaside Park, Japão

Não tem como não se encantar com a beleza do Hitachi Seaside Park, um
parque de flores localizado na cidade de Hitachinaka, no Japão. Ele é
muito procurado pelos turistas durante o ano todo, pois a cada estação
seu cenário se modifica completamente, trazendo a beleza das suas flores
sazonais.
Cavernas de gelo Mendenhall, Alasca (EUA)

O glaciar Mendenhall
tem cerca de 19 km de comprimento e está localizado no Vale de
Mendenhall, a cerca de 19 km do centro de Juneau, na região sudeste do
Alasca. Uma das atrações mais impressionantes do glaciar é sua caverna
de gelo extremamente azul – a combinação das fantásticas paredes de gelo
com a luz solar proporciona a visão incrível.
Praia Vermelha, Panjin, China

A praia vermelha
da cidade de Panjin é um espetáculo natural que acontece anualmente.
Uma alga encontrada em abundância nas águas daquela região começa a
crescer entre abril e maio, permanecendo verde durante todo o verão. Com
a chegada do outono, a alga começa a morrer e ficar completamente
vermelha, completando o seu ciclo e transformando totalmente a paisagem
costeira.
Floresta de bambu, Japão
Sagano Bamboo Forest é uma linda floresta de bambu que cobre uma área de aproximadamente 16 km², localizada em Arashiyama, a 30 minutos de Kyoto, no Japão. O lugar encanta não só pela sua beleza natural, mas pelos sons produzidos pelo vento soprando por entre as árvores de bambu.
Túnel Cherry Blossom, Alemanha

O túnel Cherry Blossom
(Heerstrabe) está localizado na cidade alemã de Bonn. É uma rua
tranquila sobre a qual se formou uma passagem feita com uma série de
belas árvores de flores de cerejeira. O momento perfeito para visitá-lo
é, obviamente, na primavera alemã.
Mina de Naica, México
A Mina de Naica, no estado mexicano de Chihuahua, é uma mina em laboração da qual são extraídos chumbo, zinco e prata. Ao longo da sua exploração, no entanto, ela ficou famosa por suas numerosas cavernas contendo cristais de selenite com tamanhos que vão até os 11 metros de comprimento e os 4 metros de diâmetro. A mais famosa é a Caverna dos Cristais.
Túnel Wisteria, Japão

A cascata de flores roxas parece ter saído de um sonho ou uma pintura, mas é real e pode ser apreciada pelos visitantes do Kawachi Fuji Gardens,
um jardim em Kitakyushu, no Japão. As plantas formam um túnel que
impressiona pela densidade e pela mistura dos tons de verde e de lilás.
Floresta Negra, Alemanha

A Floresta Negra é uma
cordilheira do sudoeste da Alemanha, no estado de Baden-Württemberg.
Região bastante irrigada, a Floresta Negra é atravessada pela linha
divisória de águas entre o oceano Atlântico e o Mar Negro.
Campos de chá, China

Essa foto mostra a cultura de chá verde na China. É uma paisagem incrível.
Montanhas Tianzi, China

Essa montanha está localizada em Zhangjiajie,
na província chinesa de Hunan, perto do Vale Suoxi. É nomeada em
homenagem ao agricultor Xiang Dakun da etnia Tujia, que liderou uma
revolta entre os fazendeiros locais. “Tianzi” significa “filho do céu” e
é o epíteto tradicional do imperador chinês.
Caverna Hang Son Doong, Vietnã

Essa caverna é a maior do mundo.
A passagem subterrânea é tão grande que seu fim ainda não foi
encontrado. Hang Son Doong faz parte de uma galeria de 150 cavernas no
Parque Nacional Phong Nha-Ke Bang, a cerca de 500 quilômetros da
capital, Hanoi. Expedições mostram que o espaço tem pelo menos 4,5
quilômetros e chega a 140 metros de altura em algumas partes.
Parque Takinoue, Japão

Takinoue Park
é um parque japonês famoso por suas flores pequenas rosas e roxas que
se espalham por 100.000 m² A melhor época para visitá-lo é do meio de
maio ao começo de junho. O festival “Pink Moss Festival” acontece todo
ano em maio, quando as flores estão na sua mais bela coloração.
Cânion Antelope, EUA

Esse cânion é um dos mais estreitos e
visitados do sudoeste americano. Localizado nas terras da nação Navajo,
no Arizona (EUA), o Antelope Canyon consiste em duas formações
separadas, referidas individualmente como Upper Antelope Canyon
(Antelope Canyon Superior) e Lower Antelope Canyon (Antelope Canyon
Inferior).
Lago Hillier, Austrália

O lago Hillier
fica em Middle Island, o maior do conjunto de ilhas e ilhotas que
compõem o arquipélago de Recherche, na Austrália. Ninguém sabe ao certo
porque ele tem essa coloração rosa, mas sabe-se que é permanente, uma
vez que não se altera nem quando a água é recolhida em um recipiente.
Lago Retba, Senegal

Outro lago rosa. Dessa vez, os cientistas pensam que a coloração é resultado de altosníveis
de sal na água. Em algumas áreas, a concentração de sal chega a 40%.
Senegaleses navegam diariamente no Retba para coletar o mineral, que
depois fica amontoado nas margens do lago. Assim como no Mar Morto, é
bem fácil flutuar no lago, por causa da alta concentração salina.
Campos de lavanda, Reino Unido e França


Campos de lavanda é um gênero de 39 espécies de plantas com flores da família das mentas, Lamiaceae.
Muitos membros do gênero são cultivados extensamente em climas
temperados como plantas ornamentais para jardim e uso da paisagem, e
também comercialmente para a extração de óleos essenciais. Destino
popular para qualquer tipo de fotógrafo, os vastos campos de florezinhas
roxas podem fazer algumas paisagens deslumbrantes.
Campo de flores canolas, China

Em toda primavera surge um oceano de flores amarelas no condado de Luoping,
uma área pouco desenvolvida a leste da Província de Yunnan, na China.
São canolas, usadas para a produção de óleo para humanos, animais e
biocombustível.
Monte Roraima, América do Sul

Monte Roraima é
o monte mais alto das montanhas Pacaraima. Ele fica na fronteira entre
Venezuela, Brasil e Guiana. Este monte faz parte do Parque Nacional
Canaima, na Venezuela, um Patrimônio Mundial da UNESCO. O ambiente é
protegido pelo parque no território venezuelano, e pelo Parque Nacional
do Monte Roraima em território brasileiro.
Parque Geológico Zhangye Danxia, China

Elas
parecem ter sido pintadas à mão, mas são obra de milhões de anos de ação
geológica: as montanhas multicoloridas do Parque Geológico Zhangye
Danxia chamam a atenção dos turistas cada vez mais numerosos que vão até
a província de Gansu, no norte da China. Esse tipo de geomorfologia
única, encontrada apenas na China, consiste em formações de arenito e
outros depósitos minerais que foram se acumulando por mais de 24 milhões
de anos. O
movimento da crosta terrestre, junto com fatores externos, como vento e
chuva, foram criando as camadas de diferentes cores, texturas, tamanhos
e padrões.[BoredPanda]
Tunnel of Love, Ucrânia
Campos de tulipa, Holanda
Salar de Uyuni: um dos maiores espelhos do mundo, Bolívia
Parque de Flores Hitachi Seaside Park, Japão
Cavernas de gelo Mendenhall, Alasca (EUA)
Praia Vermelha, Panjin, China
Floresta de bambu, Japão
Sagano Bamboo Forest é uma linda floresta de bambu que cobre uma área de aproximadamente 16 km², localizada em Arashiyama, a 30 minutos de Kyoto, no Japão. O lugar encanta não só pela sua beleza natural, mas pelos sons produzidos pelo vento soprando por entre as árvores de bambu.
Túnel Cherry Blossom, Alemanha
Mina de Naica, México
A Mina de Naica, no estado mexicano de Chihuahua, é uma mina em laboração da qual são extraídos chumbo, zinco e prata. Ao longo da sua exploração, no entanto, ela ficou famosa por suas numerosas cavernas contendo cristais de selenite com tamanhos que vão até os 11 metros de comprimento e os 4 metros de diâmetro. A mais famosa é a Caverna dos Cristais.
Túnel Wisteria, Japão
Floresta Negra, Alemanha
Campos de chá, China
Montanhas Tianzi, China
Caverna Hang Son Doong, Vietnã
Parque Takinoue, Japão
Cânion Antelope, EUA
Lago Hillier, Austrália
Lago Retba, Senegal
Campos de lavanda, Reino Unido e França
Campo de flores canolas, China
Monte Roraima, América do Sul
Parque Geológico Zhangye Danxia, China
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